Os melhores acessórios para seu smartphone


Ter um iPhone em mão faz o nosso  dia-a-dia muito mais produtivo para não mencionar muito mais divertido.  Assim como um belo par de sapatos pode mudar todo o visual, o mesmo pode acontecer com um acessório (ou mais de um) emparelhado com o iPhone ou smartphone. 
Certamente você se perguntará: "como eu pude viver tanto tempo sem ele?". Muitos destes acessórios estão disponíveis até mesmo nos sites de classificados no Rio de Janeiro e em São Paulo com entregas em todo o país. Seguem alguns exemplos de top acessórios:
Bubblescope para iPhone  – Já sabemos que o iPhone agora pode tirar fotos panorâmicas mas isso não é nada quando usamos o Bubblescope de 360 ​​graus. Disponível para iPhone 4/4S e iPhone 5, com um aplicativo gratuito, é um dispositivo com uma lente curva que capta tudo ao redor de você de uma só vez . 
Samsung Galaxy S3 carregador sem fio  – Google Nexus 4 e 920 Nokia Lumia já tinham um. Agora a Samsung interveio para tornar esse sonho uma realidade. Um carregador sem fio, curvado, design moderno, ocupa pouco espaço e sem fio à vista.
JBL PowerUp carregamento sem fio Speaker – Faz parte de uma linha de acessórios criados pela Nokia que além do carregamento sem fio permite transmitir música através de Bluetooth tudo ao mesmo tempo. Design arrojado e moderno, tem um custo de 300 dollares mas mesmo assim é sem dúvida um dos itens mais populares na compra e venda de acessórios para celular. 
Manfrotto Klyp Low-luz  é uma câmera do smartphone. A luz a LED vai oferecer clareza com configurações, incluindo o modo suave e tripé adicional. Melhora a qualidade da imagem das fotos, vídeos e também das vídeos-chamadas.
Damson Cisor BT5 Um alto-falante de alumínio, tamanho pequeno, mas sólido e resistente. Ligue o seu leitor, o que quer que seja, através de Bluetooth ou cabo de nove horas de músicas em 360 graus de som. Sua aparência é apenas um bônus

Programa para Lan House Pampa

Abaixo fotos do programa 
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Retrospectiva 2012: o ano dos indie Games


Matéria do blog kotaku sobre os games indie, para quem gosta de otimos jogos, vale a pena ler
Então 2012 foi o ano dos indies. Nunca antes tivemos tantos lançamentos independentes de qualidade. Nunca tivemos tantas promoções, bundles, eventos e premiações dando atenção para jogos que, 5 anos atrás, ficariam relegados a um canto escuro das prateleiras virtuais. Mas isso não aconteceu de uma hora para outra, com um grande anúncio da E3, como geralmente esperamos nessa indústria regada a marketing e fogos de artifício.
Em 2012, a “febre” dos sensores de movimento não passa de uma firula. A febre dos jogos sociais-casuais culminou na quase falência da Zynga. O mercado mobile se acomodou em modelos pré-estabelecidos e na repetição de fórmulas de sucesso. Todas as promessas de “revolução na maneira de pensarmos e jogarmos videogames” morreram antes de chegar na praia. E na falta de revoluções espalhafatosas, foi a evolução longa e natural do cenário independente que acabou culminando, em 2012, como o grande marco da indústria de jogos nos últimos anos.

Roubando a cena


Call of Duty saiu em novembro e quebrou recordes de venda. A E3 foi decepção pura, com conferências cada vez mais vazias e trailers cada vez mais cinematográficos. World of Warcraftcontinua com seus 10 milhões de jogadores e todos os outros MMORPGs continuam fracassando miseravelmente. Rumores, rumores, rumores e mais rumores. Não fosse pelos indies, 2012 seria um ano como qualquer outro, quase uma versão 2.0 de 2011.
Mas tivemos Journey para quebrar a monotonia das interações multiplayer. Tivemos Fez para nos lembrar por que usávamos papel e caneta enquanto jogávamos antigamente. Tivemos Lone Survivor, Dustforce, Deponia, Thomas Was Alone. Entre um e outro lançamento cotidiano de continuações e expansões sem fim, foram os indies que trouxeram as verdadeiras novidades para 2012.
E eles não fizeram isso de maneira isolada, em recantos undergrounds e comunidades alternativas, como acontecia até poucos anos atrás. Agora, nesse mundo de Humble BundlesKickstarter eGreenlight, os indies dividem o palco com os grandes lançamentos. Disputam atenção. Conquistam jogadores. Roubam a cena.
2012 ano será lembrado como o ano em que indie deixou de ser sinônimo de alternativo, underground, obscuro. O ano em que pequenas e boas ideias, empurradas apenas pela empolgação e determinação de 2 ou 3 desenvolvedores, tiveram a oportunidade de se tornarem grandes sucessos e roubarem os holofotes até mesmo dos grandes blockbusters da indústria mais tradicional e “hollywoodiana” dos games.
Alguns dizem que isso é uma prévia do futuro colapso da indústria tradicional e seus shooters anualizados. Não acredito nessa história. Dizer que a popularidade dos indies está crescendo porque o público está saturado de jogos tradicionais, além de pura balela, é diminuir o valor das conquistas dos desenvolvedores independentes.
A primavera indie que estamos vivendo é fruto de uma longa jornada que começou anos atrás. Talvez com Braid, talvez até um pouco antes disso. Os indies ganharam espaço por conta própria, através de cada um dos excelentes jogos lançados ao longo dos últimos 7 anos. Em 2012, o espaço conquistado se sedimentou na forma de um amplo reconhecimento, tanto da mídia quanto dos jogadores.
Indie, hoje, é  praticamente um novo gênero para jogos de videogame.

O gênero das boas ideias


Qual a diferença entre um shooter e um shooter indie? Você pode dizer que o shooter indie é feito de maneira independente e por desenvolvedores novos e sem recursos, mas eu acho que a diferença entre o que é ou deixa de ser indie vai além do meio em que ele é desenvolvido. Journey, por exemplo, teve uma bela verba e uma equipe bastante profissional, e não deixou de ser chamado de indie por isso. Algumas pessoas chamam até mesmo The Walking Dead, desenvolvido pela Telltale, de indie, e isso até que faz bastante sentido para mim.
Indie é o gênero das boas ideias. Das ideias novas e frescas que se sustentam mesmo na mais simples das execuções. Mesmo antes de os indies garantirem seu lugar na indústria como um todo, nenhum jogo independente fazia muito sucesso se não trouxesse algo de novo para nossas telas. Mesmo o mais simples dos jogos indies, como Canabalt, começou com uma ideia excelente executada de maneira primorosa. E hoje, é claro, temos centenas de Canabalts por aí.
Em 2012, os indies deixaram de ser apenas uma maneira de classificar jogos feitos no porão da casa da sua mãe com poucas verbas e uma equipe mínima. Indies se tornaram, de certa forma, um novo gênero para os jogos de videogame. Um gênero que preza, acima de tudo, por ideias boas e bem-executadas. Um gênero também menos frio e impessoal do que a burocracia dos jogos AAA. Um gênero de jogos que nem sempre são feitos a sangue e suor como nos mostra Indie Game: The Movie, mas que sempre compartilham conosco um pouco de seus criadores.
E talvez assim fique mais fácil entender a diferença entre um shooter e um shooter indie. Pode ser que não, mas isso também nos ajuda bastante a entender por que os indies ganharam tanto espaço. No fordismo dos blockbusters anualizados, o indie surge como uma alternativa para a geração de novas ideias, novas possibilidades de mecânicas e novas maneiras de envolver o jogador.

Independência ou morte


Se lá fora os indies finalmente galgaram os últimos degraus de uma longa e tortuosa escadaria em direção ao reconhecimento, os desenvolvedores brasileiros parecem estar escalando um desfiladeiro sem auxílio de equipamentos para chegar no mesmo lugar. Para nossa alegria, eles estão se dando muito bem nessa escalada.
No Brasil, infelizmente, não há muitas alternativas ao desenvolvimento independente. Nós já discutimos tudo isso em um podcast passado, mas nossa indústria não é (e não acredito que algum dia vai conseguir ser) tão bem estabelecida quanto a de outros países, e não serão as grandes produtoras gringas que irão nos salvar desse limbo. As possibilidades, para quem não quer trabalhar com advergames ou jogos mobile, são nulas.
Nas palavras de Lucas “Midio” Carvalho, membro do Alpaca Team, “existe uma certa urgência de se fazer aquilo em que se acredita e infelizmente os estúdios brasileiros estão ainda voltados ou pra produção massificada ou pra advergames. Sinceramente, acho que pouca gente ainda tem paciência – e saúde – pra se enfiar num ambiente neurastênico e problemático como esse.”
Por um lado, isso é uma porcaria. Acabamos nos tornando exportadores de talentos, incapazes de aproveitá-los para a produção nacional de jogos de qualidade. Por outro lado, o que é um obstáculo grande e amargo para a maioria acabou se tornando o maior propulsor para o desenvolvimento de jogos independentes nacionais. É na adversidade, afinal, que encontramos força.
Prova disso? Out There SomewhereOnikenMonster CubeQasir al-WasatJelly EscapeKnights of Pen and Paper. Todos grandes jogos brasileiros lançados em 2012, capazes de passar pelo crivo não apenas dos jogadores, mas de toda a mídia internacional. E isso é apenas um pequeno pedaço de uma comunidade crescente que, dia após dia, encarna aquele drama de ser brasileiro e não poder desistir nunca.
Além de muitos lançamentos, houve em 2012 a formação de uma unidade entre os desenvolvedores brasileiros, com uma identidade própria e muitos projetos para o futuro. É a galerinha indie mais unida do que nunca, é o Super BR Bros, é a prova de que é possível, sim, existir produção de jogos de qualidade por aqui. “Houve uma maior entropia entre os grupos indies. Quer dizer, alguns deles existem há bastante tempo, mas não acho que havia um diálogo tão ativo entre os grupos de diferentes regiões antes de 2012″, diz Thais Weiller, uma das mentes por trás do estúdio JoyMasher.
O clima parece ser de muito otimismo entre a turma indie_BR, e não é para menos. Nossos desenvolvedores estão ganhando prêmios, nossos jogos brigam como iguais com produções internacionais e muitos eventos de desenvolvimento, como o BIG, estão pipocando no cenário internacional. Então, se você nunca ouvir falar de CataventoTsubasaTawVortex e tantos outros estúdios nacionais, é bom ficar esperto. Quando você menos esperar, eles podem dar as caras em um grande site de games internacional.

O que vem por aí


Se as coisas continuarem no mesmo ritmo, podemos contar com uma quantidade enorme de bons jogos indies em 2013. Já sabemos que MewGenics, o novo jogo da Team Meat, está à todo vapor, assim como Slender: Arrival, aquele point n’ click sem nome da Double Fine, Pier Solar e Stasis. Tem até um console indie chegando por aí.
No Brasil, algumas das promessas para o ano novo são Luke at the Stars, da Alpaca Team, Deep Dungeons of Doom, da Miniboss, e Schrödy, da Retromaze. É claro que estes não serão os únicos jogos BR do ano (logo mais tem Global Game Jam) e nós vamos tentar ficar de olho em todos eles, porque a promessa do Kotaku é acompanhar mais de perto essa galera em 2013.

Ubuntu vai ganhar versão para smartphones em 2014


O humor do Rebosteio

Faz pouco tempo que descobri esses videos que me fizeram dar muitas risadas da uma olhada ai  galera :D 
Atenção é baixaria pura huauhhuaauhuha.

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